De um sopro se acende uma chama.Chama esta que queima dentro do peito
mas urge em sair.
Queima de tanta dor,
dor de te querer e não poder ter
de te ter mas não poder dizer que te tenho!!
Nela se pode ver o que mais ninguém vê:
O tudo e o nada que existe entre nós.
Apenas o calor de meras palavras
que com o tempo se queimam,
assim como a chama que se apaga
por se deixar de soprar.
Queria continuar a ver essa chama
mas um sopro só não a mantém viva!!
Sopras comigo?? ?
....
Ricardo, 7 Agosto 2007
3 comentários:
Já estou a comentar demais...
Ainda não vi nenhum no blog "vizinho", mas está bem.
Este poema etá bonito sim senhor. =) Agora deu-te pra isto, podia dar-te para pior... vá lá, os meus ensinamentos estão a servir de alguma coisa.
Beijo grande amigo!
Não conhecia esta tua faceta de poeta, mas tá muito bem. Foi uma boa surpresa! Deves continuar... Beijo grande
Bem... estou surpreso...
Parece que não sou o único que desconhecia a faceta poética do senhor...
Gostei...
E... benvindo à blogosfera...
Abraço.
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